As Porcelanas “Vista Alegre”

Chegado ao século XIX, Portugal ainda não se tinha aventurado pelas artes da produção de porcelana, pelo que provinham maioritariamente da China os artigos deste material que existiam no Reino. A situação iria mudar a partir de 1816. Com efeito, 4 anos depois de ter adquirido a Quinta da Eremida sita nos arredores de Ílhavo, Ver Mais »

As porcelanas “Royal Copenhagen”

Numa era em que as porcelanas eram o presente mais trocado entre membros da realeza e a aristocracia, encantados pelas porcelanas azuis e brancas das Dinastias Ming e Qing oriundas da China, e em que na Europa já se materializavam vontades de criação de centros de produção de porcelanas, a Dinamarca não se manteve alheia Ver Mais »

Imari

A produção de porcelana em Jingdezhen ficou muito afectada com o fim da Dinastia Ming. Em resultado, os holandeses, de forma a satisfazer a procura de porcelanas na Europa, seguiram até ao Japão, onde encontraram uma porcelana produzida em Arita e exportada pelo porto de Imari, conhecida por Aritayaki. Parece que reza a história que Ver Mais »

A Porcelana de Meissen

A porcelana chinesa que chegava à Europa vinda das Companhias das Índias era sinónimo de riqueza, sofisticação e bom gosto e era comercializada a preços muito elevados. Estas razões entusiasmaram os esforços para a sua produção na Europa. Assim, e não obstante os resultados fracassados das primeiras tentativas, no início do século XVIII o alquimista Ver Mais »

Baratti & Milano

Baratti & Milano, actualmente no centro de Turim, integra a história e tradição da confeitaria italiana, tenho ganho o estatuto de fornecedora da Casa Real, como o testemunha o brasão de armas que ostenta. De facto, a casa de Sabóia autorizou o uso do seu brasão, juntamente com os emblemas do Rei Victor Emmanuel II Ver Mais »

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