As porcelanas “Royal Copenhagen”

Numa era em que as porcelanas eram o presente mais trocado entre membros da realeza e a aristocracia, encantados pelas porcelanas azuis e brancas das Dinastias Ming e Qing oriundas da China, e em que na Europa já se materializavam vontades de criação de centros de produção de porcelanas, a Dinamarca não se manteve alheia Ver Mais »

Imari

A produção de porcelana em Jingdezhen ficou muito afectada com o fim da Dinastia Ming. Em resultado, os holandeses, de forma a satisfazer a procura de porcelanas na Europa, seguiram até ao Japão, onde encontraram uma porcelana produzida em Arita e exportada pelo porto de Imari, conhecida por Aritayaki. Parece que reza a história que Ver Mais »

A Porcelana de Meissen

A porcelana chinesa que chegava à Europa vinda das Companhias das Índias era sinónimo de riqueza, sofisticação e bom gosto e era comercializada a preços muito elevados. Estas razões entusiasmaram os esforços para a sua produção na Europa. Assim, e não obstante os resultados fracassados das primeiras tentativas, no início do século XVIII o alquimista Ver Mais »

Baratti & Milano

Baratti & Milano, actualmente no centro de Turim, integra a história e tradição da confeitaria italiana, tenho ganho o estatuto de fornecedora da Casa Real, como o testemunha o brasão de armas que ostenta. De facto, a casa de Sabóia autorizou o uso do seu brasão, juntamente com os emblemas do Rei Victor Emmanuel II Ver Mais »

Serviço Colonna.

A família italiana dos Grue, esteve particularmente ativa na arte das cerâmicas nos séculos XVI e XVII; estava estabelecida em Castelli, na região de Abruzzo, e ficou na história da Maiolica di Castelli, que corresponde à faiança italiana do Renascimento, maioritariamente produzida em Florença. Existem estudos que indicam que já era produzida na idade média tendo-se, contudo, Ver Mais »

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